Toda temporada uma empresa aprova um projeto de conteúdo com verba de campanha e expectativa de série. O piloto entra no ar, a métrica vem morna, o dinheiro migra para performance e a segunda peça nunca chega a ser produzida. O relatório interno costuma culpar o formato.
A causa é anterior ao formato. A empresa produziu conteúdo de marca antes de assumir a posição que justificaria aquele conteúdo. Faltou a decisão que vem antes da produção, e ela cabe em três linhas: sobre o que esta empresa fala, o que ela afirma sobre isso, e quem responde quando o assunto ficar incômodo.
Este artigo separa narrativa de marca de branded content, entrega duas réguas para descobrir de que lado a sua empresa está hoje, e descreve o que muda no dia em que ela decide virar autora.
